5 de setembro de 2010
 






























Escolhendo o pediatra - 5/25/2010 10:13:28 AM

Escolhendo o pediatra

Ele está na sala de parto, quando o bebê nasce. Acompanha seu crescimento, as doencinhas da infância e qualquer outra que ele tiver, receita remédios, pede exames, orienta a mamãe sobre amamentação, vacinas, cuidados diários (banho, sono, troca de fraldas, etc), segurança (prevenção de acidentes e primeiros socorros). É o grande aliado dos pais no desenvolvimento saudável de seus filhos; alguém em quem confiam plenamente.

Afinal, como escolher?

Para não errar: o pediatra indicado pelo obstetra ou outro que ele recomende entre os credenciados do seu plano de saúde. Ou, ainda, aquele que já atende à família ou às crianças de amigas mais próximas. Selecione dois ou três nomes e por volta do oitavo mês de gestação, marque uma entrevista com cada um deles. Converse sobre seus medos e ansiedades, tire todas as dúvidas que achar necessárias. Na hora de decidir, considere também a experiência profissional do médico, sua disponibilidade, se passou confiança, segurança, se você se sentiu à vontade com ele.

Atenção!

Você prefere uma pediatra mulher; para seu marido, tudo bem, desde que o consultório seja próximo de casa. Mas, será que isso deve influenciar tanto assim na decisão final?

Observe, antes de decidir

Na entrevista, ele perguntou sobre o histórico de saúde de vocês (pai e mãe) e da família? Saiba que são informações fundamentais para avaliar a predisposição do bebê a determinadas doenças congênitas.

Sua capacidade de ouvir de anotar cada detalhe, mesmo aqueles aparentemente sem importância, mas que podem mudar todo o diagnóstico.

Ele se mostrou disponível? Passou todos o números de telefone e autorizou vocês a ligarem, inclusive de madrugada ou nos finais de semana?

Alguma vez diz não sei ou tem sempre respostas na ponta da língua para todas as perguntas de vocês?

Como é sua aparência, o jeito de falar. É educado, atencioso? O consultório é limpo, bem conservado? A sala de exames conta com uma aparelhagem moderna e em perfeitas condições de funcionamento?

Ele tem cursos de extensão, títulos de especialização, e faz parte de alguma instituição de ensino ou pesquisa?

Como trata os clientes no consultório? E os pais? Fique atenta, enquanto aguarda sua vez, na sala de espera. Nem todos os pediatras são, necessariamente, falantes e brincalhões com as crianças. Mas, será que isso conta tanto?

A consulta demora mais que meia hora ou não ultrapassa os 15 minutos? Neste caso, procure outra pessoa.

Ele segue uma linha mais naturalista; vocês só acreditam em remédios. Ou vice-versa. Certamente, não é o profissional indicado para cuidar do seu bebê.

Atenção!

A escolha do pediatra é responsabilidade do casal. Marque as entrevistas em horários que o papai possa ir.

Não deixe de perguntar

Ele é credenciado de qual seguro de saúde? Que dias está no consultório e em que horários? Atende em algum pronto-socorro infantil ou outro hospital?

Como encontrá-lo em caso de emergência? Se estiver fora da cidade, costuma retornar a ligação? Em quanto tempo? Na impossibilidade de atender, indica algum substituto?

Vocês podem ligar de madrugada? Se for necessário, ele faz uma consulta rápida por telefone? Este serviço é cobrado?

Rotina de consultas

A primeira consulta do bebê, após a avaliação na hora do nascimento, acontece por volta do quinto ou sexto dia de vida. Depois, até os 12 meses, tem uma visita mensal ao pediatra. Entre os 12 e 18 meses, as visitas passam a ser bimensais e, dali em diante, semestrais.

Em cada uma delas, o médico avalia o crescimento (através do peso e altura), desenvolvimento psicomotor, se o neném está mamando e dormindo bem, como são as trocas das fraldas, além de aspectos do comportamento: ele chora muito? Às vezes, parece triste, ausente? É inquieto, agitado ou quietinho demais? E, ainda, como se relaciona com a família, com outras crianças, etc.

Atenção!

Nada impede que vocês troquem de pediatra se não ficaram satisfeitos com o seu atendimento na sala de parto, na primeira consulta, ou em qualquer momento. A saúde e o bem-estar do bebê estão em primeiro lugar.

Em casos de indicação de cirurgias, exames e tratamentos invasivos, convém ouvir uma segunda opinião antes de se decidir.

Escolhendo o pediatra

cEle está na sala de parto, quando o bebê nasce. Acompanha seu crescimento, as doencinhas da infância e qualquer outra que ele tiver, receita remédios, pede exames, orienta a mamãe sobre amamentação, vacinas, cuidados diários (banho, sono, troca de fraldas, etc), segurança (prevenção de acidentes e primeiros socorros). É o grande aliado dos pais no desenvolvimento saudável de seus filhos; alguém em quem confiam plenamente.

Afinal, como escolher?

Para não errar: o pediatra indicado pelo obstetra ou outro que ele recomende entre os credenciados do seu plano de saúde. Ou, ainda, aquele que já atende à família ou às crianças de amigas mais próximas. Selecione dois ou três nomes e por volta do oitavo mês de gestação, marque uma entrevista com cada um deles. Converse sobre seus medos e ansiedades, tire todas as dúvidas que achar necessárias. Na hora de decidir, considere também a experiência profissional do médico, sua disponibilidade, se passou confiança, segurança, se você se sentiu à vontade com ele.

Atenção!

Você prefere uma pediatra mulher; para seu marido, tudo bem, desde que o consultório seja próximo de casa. Mas, será que isso deve influenciar tanto assim na decisão final?

Observe, antes de decidir

Na entrevista, ele perguntou sobre o histórico de saúde de vocês (pai e mãe) e da família? Saiba que são informações fundamentais para avaliar a predisposição do bebê a determinadas doenças congênitas.

Sua capacidade de ouvir de anotar cada detalhe, mesmo aqueles aparentemente sem importância, mas que podem mudar todo o diagnóstico.

Ele se mostrou disponível? Passou todos o números de telefone e autorizou vocês a ligarem, inclusive de madrugada ou nos finais de semana?

Alguma vez diz não sei ou tem sempre respostas na ponta da língua para todas as perguntas de vocês?

Como é sua aparência, o jeito de falar. É educado, atencioso? O consultório é limpo, bem conservado? A sala de exames conta com uma aparelhagem moderna e em perfeitas condições de funcionamento?

Ele tem cursos de extensão, títulos de especialização, e faz parte de alguma instituição de ensino ou pesquisa?

Como trata os clientes no consultório? E os pais? Fique atenta, enquanto aguarda sua vez, na sala de espera. Nem todos os pediatras são, necessariamente, falantes e brincalhões com as crianças. Mas, será que isso conta tanto?

A consulta demora mais que meia hora ou não ultrapassa os 15 minutos? Neste caso, procure outra pessoa.

Ele segue uma linha mais naturalista; vocês só acreditam em remédios. Ou vice-versa. Certamente, não é o profissional indicado para cuidar do seu bebê.

Atenção!

A escolha do pediatra é responsabilidade do casal. Marque as entrevistas em horários que o papai possa ir.

Não deixe de perguntar

Ele é credenciado de qual seguro de saúde? Que dias está no consultório e em que horários? Atende em algum pronto-socorro infantil ou outro hospital?

Como encontrá-lo em caso de emergência? Se estiver fora da cidade, costuma retornar a ligação? Em quanto tempo? Na impossibilidade de atender, indica algum substituto?

Vocês podem ligar de madrugada? Se for necessário, ele faz uma consulta rápida por telefone? Este serviço é cobrado?

Rotina de consultas

A primeira consulta do bebê, após a avaliação na hora do nascimento, acontece por volta do quinto ou sexto dia de vida. Depois, até os 12 meses, tem uma visita mensal ao pediatra. Entre os 12 e 18 meses, as visitas passam a ser bimensais e, dali em diante, semestrais.

Em cada uma delas, o médico avalia o crescimento (através do peso e altura), desenvolvimento psicomotor, se o neném está mamando e dormindo bem, como são as trocas das fraldas, além de aspectos do comportamento: ele chora muito? Às vezes, parece triste, ausente? É inquieto, agitado ou quietinho demais? E, ainda, como se relaciona com a família, com outras crianças, etc.

Atenção!

Nada impede que vocês troquem de pediatra se não ficaram satisfeitos com o seu atendimento na sala de parto, na primeira consulta, ou em qualquer momento. A saúde e o bem-estar do bebê estão em primeiro lugar.

Em casos de indicação de cirurgias, exames e tratamentos invasivos, convém ouvir uma segunda opinião antes de se decidir.

Escolhendo o pediatra

cEle está na sala de parto, quando o bebê nasce. Acompanha seu crescimento, as doencinhas da infância e qualquer outra que ele tiver, receita remédios, pede exames, orienta a mamãe sobre amamentação, vacinas, cuidados diários (banho, sono, troca de fraldas, etc), segurança (prevenção de acidentes e primeiros socorros). É o grande aliado dos pais no desenvolvimento saudável de seus filhos; alguém em quem confiam plenamente.

Afinal, como escolher?

Para não errar: o pediatra indicado pelo obstetra ou outro que ele recomende entre os credenciados do seu plano de saúde. Ou, ainda, aquele que já atende à família ou às crianças de amigas mais próximas. Selecione dois ou três nomes e por volta do oitavo mês de gestação, marque uma entrevista com cada um deles. Converse sobre seus medos e ansiedades, tire todas as dúvidas que achar necessárias. Na hora de decidir, considere também a experiência profissional do médico, sua disponibilidade, se passou confiança, segurança, se você se sentiu à vontade com ele.

Atenção!

Você prefere uma pediatra mulher; para seu marido, tudo bem, desde que o consultório seja próximo de casa. Mas, será que isso deve influenciar tanto assim na decisão final?

Observe, antes de decidir

Na entrevista, ele perguntou sobre o histórico de saúde de vocês (pai e mãe) e da família? Saiba que são informações fundamentais para avaliar a predisposição do bebê a determinadas doenças congênitas.

Sua capacidade de ouvir de anotar cada detalhe, mesmo aqueles aparentemente sem importância, mas que podem mudar todo o diagnóstico.

Ele se mostrou disponível? Passou todos o números de telefone e autorizou vocês a ligarem, inclusive de madrugada ou nos finais de semana?

Alguma vez diz não sei ou tem sempre respostas na ponta da língua para todas as perguntas de vocês?

Como é sua aparência, o jeito de falar. É educado, atencioso? O consultório é limpo, bem conservado? A sala de exames conta com uma aparelhagem moderna e em perfeitas condições de funcionamento?

Ele tem cursos de extensão, títulos de especialização, e faz parte de alguma instituição de ensino ou pesquisa?

Como trata os clientes no consultório? E os pais? Fique atenta, enquanto aguarda sua vez, na sala de espera. Nem todos os pediatras são, necessariamente, falantes e brincalhões com as crianças. Mas, será que isso conta tanto?

A consulta demora mais que meia hora ou não ultrapassa os 15 minutos? Neste caso, procure outra pessoa.

Ele segue uma linha mais naturalista; vocês só acreditam em remédios. Ou vice-versa. Certamente, não é o profissional indicado para cuidar do seu bebê.

Atenção!

A escolha do pediatra é responsabilidade do casal. Marque as entrevistas em horários que o papai possa ir.

Não deixe de perguntar

Ele é credenciado de qual seguro de saúde? Que dias está no consultório e em que horários? Atende em algum pronto-socorro infantil ou outro hospital?

Como encontrá-lo em caso de emergência? Se estiver fora da cidade, costuma retornar a ligação? Em quanto tempo? Na impossibilidade de atender, indica algum substituto?

Vocês podem ligar de madrugada? Se for necessário, ele faz uma consulta rápida por telefone? Este serviço é cobrado?

Rotina de consultas

A primeira consulta do bebê, após a avaliação na hora do nascimento, acontece por volta do quinto ou sexto dia de vida. Depois, até os 12 meses, tem uma visita mensal ao pediatra. Entre os 12 e 18 meses, as visitas passam a ser bimensais e, dali em diante, semestrais.

Em cada uma delas, o médico avalia o crescimento (através do peso e altura), desenvolvimento psicomotor, se o neném está mamando e dormindo bem, como são as trocas das fraldas, além de aspectos do comportamento: ele chora muito? Às vezes, parece triste, ausente? É inquieto, agitado ou quietinho demais? E, ainda, como se relaciona com a família, com outras crianças, etc.

Atenção!

Nada impede que vocês troquem de pediatra se não ficaram satisfeitos com o seu atendimento na sala de parto, na primeira consulta, ou em qualquer momento. A saúde e o bem-estar do bebê estão em primeiro lugar.

Em casos de indicação de cirurgias, exames e tratamentos invasivos, convém ouvir uma segunda opinião antes de se decidir.

Escolhendo o pediatra

cEle está na sala de parto, quando o bebê nasce. Acompanha seu crescimento, as doencinhas da infância e qualquer outra que ele tiver, receita remédios, pede exames, orienta a mamãe sobre amamentação, vacinas, cuidados diários (banho, sono, troca de fraldas, etc), segurança (prevenção de acidentes e primeiros socorros). É o grande aliado dos pais no desenvolvimento saudável de seus filhos; alguém em quem confiam plenamente.

Afinal, como escolher?

Para não errar: o pediatra indicado pelo obstetra ou outro que ele recomende entre os credenciados do seu plano de saúde. Ou, ainda, aquele que já atende à família ou às crianças de amigas mais próximas. Selecione dois ou três nomes e por volta do oitavo mês de gestação, marque uma entrevista com cada um deles. Converse sobre seus medos e ansiedades, tire todas as dúvidas que achar necessárias. Na hora de decidir, considere também a experiência profissional do médico, sua disponibilidade, se passou confiança, segurança, se você se sentiu à vontade com ele.

Atenção!

Você prefere uma pediatra mulher; para seu marido, tudo bem, desde que o consultório seja próximo de casa. Mas, será que isso deve influenciar tanto assim na decisão final?

Observe, antes de decidir

Na entrevista, ele perguntou sobre o histórico de saúde de vocês (pai e mãe) e da família? Saiba que são informações fundamentais para avaliar a predisposição do bebê a determinadas doenças congênitas.

Sua capacidade de ouvir de anotar cada detalhe, mesmo aqueles aparentemente sem importância, mas que podem mudar todo o diagnóstico.

Ele se mostrou disponível? Passou todos o números de telefone e autorizou vocês a ligarem, inclusive de madrugada ou nos finais de semana?

Alguma vez diz não sei ou tem sempre respostas na ponta da língua para todas as perguntas de vocês?

Como é sua aparência, o jeito de falar. É educado, atencioso? O consultório é limpo, bem conservado? A sala de exames conta com uma aparelhagem moderna e em perfeitas condições de funcionamento?

Ele tem cursos de extensão, títulos de especialização, e faz parte de alguma instituição de ensino ou pesquisa?

Como trata os clientes no consultório? E os pais? Fique atenta, enquanto aguarda sua vez, na sala de espera. Nem todos os pediatras são, necessariamente, falantes e brincalhões com as crianças. Mas, será que isso conta tanto?

A consulta demora mais que meia hora ou não ultrapassa os 15 minutos? Neste caso, procure outra pessoa.

Ele segue uma linha mais naturalista; vocês só acreditam em remédios. Ou vice-versa. Certamente, não é o profissional indicado para cuidar do seu bebê.

Atenção!

A escolha do pediatra é responsabilidade do casal. Marque as entrevistas em horários que o papai possa ir.

Não deixe de perguntar

Ele é credenciado de qual seguro de saúde? Que dias está no consultório e em que horários? Atende em algum pronto-socorro infantil ou outro hospital?

Como encontrá-lo em caso de emergência? Se estiver fora da cidade, costuma retornar a ligação? Em quanto tempo? Na impossibilidade de atender, indica algum substituto?

Vocês podem ligar de madrugada? Se for necessário, ele faz uma consulta rápida por telefone? Este serviço é cobrado?

Rotina de consultas

A primeira consulta do bebê, após a avaliação na hora do nascimento, acontece por volta do quinto ou sexto dia de vida. Depois, até os 12 meses, tem uma visita mensal ao pediatra. Entre os 12 e 18 meses, as visitas passam a ser bimensais e, dali em diante, semestrais.

Em cada uma delas, o médico avalia o crescimento (através do peso e altura), desenvolvimento psicomotor, se o neném está mamando e dormindo bem, como são as trocas das fraldas, além de aspectos do comportamento: ele chora muito? Às vezes, parece triste, ausente? É inquieto, agitado ou quietinho demais? E, ainda, como se relaciona com a família, com outras crianças, etc.

Atenção!

Nada impede que vocês troquem de pediatra se não ficaram satisfeitos com o seu atendimento na sala de parto, na primeira consulta, ou em qualquer momento. A saúde e o bem-estar do bebê estão em primeiro lugar.

Em casos de indicação de cirurgias, exames e tratamentos invasivos, convém ouvir uma segunda opinião antes de se decidir.

Escolhendo o pediatra

cEle está na sala de parto, quando o bebê nasce. Acompanha seu crescimento, as doencinhas da infância e qualquer outra que ele tiver, receita remédios, pede exames, orienta a mamãe sobre amamentação, vacinas, cuidados diários (banho, sono, troca de fraldas, etc), segurança (prevenção de acidentes e primeiros socorros). É o grande aliado dos pais no desenvolvimento saudável de seus filhos; alguém em quem confiam plenamente.

Afinal, como escolher?

Para não errar: o pediatra indicado pelo obstetra ou outro que ele recomende entre os credenciados do seu plano de saúde. Ou, ainda, aquele que já atende à família ou às crianças de amigas mais próximas. Selecione dois ou três nomes e por volta do oitavo mês de gestação, marque uma entrevista com cada um deles. Converse sobre seus medos e ansiedades, tire todas as dúvidas que achar necessárias. Na hora de decidir, considere também a experiência profissional do médico, sua disponibilidade, se passou confiança, segurança, se você se sentiu à vontade com ele.

Atenção!

Você prefere uma pediatra mulher; para seu marido, tudo bem, desde que o consultório seja próximo de casa. Mas, será que isso deve influenciar tanto assim na decisão final?

Observe, antes de decidir

Na entrevista, ele perguntou sobre o histórico de saúde de vocês (pai e mãe) e da família? Saiba que são informações fundamentais para avaliar a predisposição do bebê a determinadas doenças congênitas.

Sua capacidade de ouvir de anotar cada detalhe, mesmo aqueles aparentemente sem importância, mas que podem mudar todo o diagnóstico.

Ele se mostrou disponível? Passou todos o números de telefone e autorizou vocês a ligarem, inclusive de madrugada ou nos finais de semana?

Alguma vez diz não sei ou tem sempre respostas na ponta da língua para todas as perguntas de vocês?

Como é sua aparência, o jeito de falar. É educado, atencioso? O consultório é limpo, bem conservado? A sala de exames conta com uma aparelhagem moderna e em perfeitas condições de funcionamento?

Ele tem cursos de extensão, títulos de especialização, e faz parte de alguma instituição de ensino ou pesquisa?

Como trata os clientes no consultório? E os pais? Fique atenta, enquanto aguarda sua vez, na sala de espera. Nem todos os pediatras são, necessariamente, falantes e brincalhões com as crianças. Mas, será que isso conta tanto?

A consulta demora mais que meia hora ou não ultrapassa os 15 minutos? Neste caso, procure outra pessoa.

Ele segue uma linha mais naturalista; vocês só acreditam em remédios. Ou vice-versa. Certamente, não é o profissional indicado para cuidar do seu bebê.

Atenção!

A escolha do pediatra é responsabilidade do casal. Marque as entrevistas em horários que o papai possa ir.

Não deixe de perguntar

Ele é credenciado de qual seguro de saúde? Que dias está no consultório e em que horários? Atende em algum pronto-socorro infantil ou outro hospital?

Como encontrá-lo em caso de emergência? Se estiver fora da cidade, costuma retornar a ligação? Em quanto tempo? Na impossibilidade de atender, indica algum substituto?

Vocês podem ligar de madrugada? Se for necessário, ele faz uma consulta rápida por telefone? Este serviço é cobrado?

Rotina de consultas

A primeira consulta do bebê, após a avaliação na hora do nascimento, acontece por volta do quinto ou sexto dia de vida. Depois, até os 12 meses, tem uma visita mensal ao pediatra. Entre os 12 e 18 meses, as visitas passam a ser bimensais e, dali em diante, semestrais.

Em cada uma delas, o médico avalia o crescimento (através do peso e altura), desenvolvimento psicomotor, se o neném está mamando e dormindo bem, como são as trocas das fraldas, além de aspectos do comportamento: ele chora muito? Às vezes, parece triste, ausente? É inquieto, agitado ou quietinho demais? E, ainda, como se relaciona com a família, com outras crianças, etc.

Atenção!

Nada impede que vocês troquem de pediatra se não ficaram satisfeitos com o seu atendimento na sala de parto, na primeira consulta, ou em qualquer momento. A saúde e o bem-estar do bebê estão em primeiro lugar.

Em casos de indicação de cirurgias, exames e tratamentos invasivos, convém ouvir uma segunda opinião antes de se decidir.

FONTE/AUTOR: uol



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